

Delegado Deuler apresenta propostas de segurança para eventual mandato na Câmara
Candidato do Republicanos a deputado federal pelo Rio, Deuler da Rocha Gonçalves Junior cita segurança pública, combate à corrupção e uso de tecnologia entre suas prioridades. Nascido em Niterói, ele também defende autonomia nas investigações e planejamento de longo prazo contra organizações criminosas.
O delegado da Polícia Federal Deuler da Rocha Gonçalves Junior é candidato a deputado federal pelo Republicanos no Rio de Janeiro. Formado em Direito pela Universidade Federal Fluminense e nascido em Niterói, afirma ter mais de 30 anos de atuação na Polícia Federal.
Entre os temas que pretende levar à Câmara estão o combate à corrupção, a investigação financeira e o fortalecimento do uso de tecnologia pelas forças de segurança. Ele menciona reconhecimento facial, análise de dados, monitoramento territorial e ferramentas de inteligência aplicadas de forma integrada.
Deuler também defende planejamento contínuo para a recuperação de áreas sob controle de organizações criminosas. Na avaliação apresentada, operações isoladas precisam ser acompanhadas de inteligência, presença permanente do Estado e definição de prioridades. O policiamento de proximidade, com maior contato entre agentes, moradores e comerciantes, também aparece entre as propostas.
Outro ponto citado é a autonomia das instituições policiais, com preservação do sigilo, da independência técnica e do respeito às decisões judiciais. O candidato afirma que pretende fiscalizar órgãos públicos e propor mudanças legislativas relacionadas à segurança e aos crimes financeiros.
A experiência como observador de paz das Nações Unidas é apresentada como referência para conhecer modelos internacionais de segurança pública. Deuler afirma que eventuais propostas para o Rio devem considerar características locais, como a presença de facções, milícias e domínio territorial armado.
Entre outras bandeiras, o candidato cita mudanças no foro por prerrogativa de função, mecanismos de fiscalização do poder público e maior participação da população na definição das prioridades orçamentárias.
Fonte: O Fluminense
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