

Família diz que homem morreu após ser baleado em ação da PM em Itaipu
Familiares de Renan Guimarães Machado, de 29 anos, afirmam que ele foi atingido durante uma ação policial em Itaipu, Niterói, no dia 6 de agosto. A Polícia Militar apresenta uma versão diferente sobre o caso e diz que agentes reagiram a disparos feitos por suspeitos.
Familiares de Renan Guimarães Machado, de 29 anos, afirmam que ele foi baleado durante uma ação da Polícia Militar em Itaipu, onde morava. Segundo os parentes, o homem estava no horário de almoço do trabalho quando os agentes entraram na localidade, e foi atingido na perna.
Renan foi levado ao Hospital Municipal Oceânico, em Piratininga. De acordo com a família, ele ficou internado por quatro dias e morreu na segunda-feira (10). O sepultamento ocorreu na terça-feira (11), no Cemitério do Maruí, no Barreto.
Os familiares realizaram uma manifestação na Avenida Central na terça e marcaram um novo ato para esta quarta-feira (12). Eles pedem justiça e afirmam que Renan não tinha envolvimento com o crime. A prima dele, Ana Carolina Meireles Pessoa da Silva, disse: "Queremos justiça pela vida dele porque o Renan era inocente."
Em nota, a Polícia Militar informou que equipes da Operação Niterói Presente faziam patrulhamento em Itaipu após denúncias sobre homens armados e possível tráfico de drogas. Segundo a corporação, os agentes foram alvo de disparos feitos por dois suspeitos e reagiram.
Ainda de acordo com a PM, um dos suspeitos foi localizado ferido na perna após a ação. Ele teria recebido atendimento inicial dos policiais, que aplicaram um torniquete, e foi levado ao hospital sob custódia. A corporação informou também que um rádio transmissor foi apreendido e que o homem usava tornozeleira eletrônica e tinha registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas.
Fonte: odia.ig.com.br
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