Segurança

Mercado de ouro cresce no Rio em meio a roubos de joias

A instabilidade econômica impulsionou a procura pelo ouro, enquanto roubos de joias nas ruas do Rio ampliaram o mercado de peças usadas. Reportagem identificou negociações em diferentes regiões da cidade e falta de regulamentação de uma lei estadual sobre o setor.

Por · 13 de agosto de 2026 às 02:35
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A valorização do ouro tem atraído investidores em busca de um ativo considerado mais estável. Ao mesmo tempo, criminosos intensificaram roubos de joias para vender o metal, inclusive por meio de ações organizadas.

Na Rua Uruguaiana, no Centro, o comércio de joias usadas é conhecido como “Boca de Ouro”. Também há placas e cartazes em vias movimentadas da Tijuca e de Copacabana, muitos direcionando clientes a salas comerciais sem identificação.

Em um estabelecimento de compra e avaliação, um homem disse à reportagem: “Normalmente, o ouro que a gente pega, a gente já derrete. É que a gente paga na hora. Pra gente, o que mais vale é a palavra de um homem”.

A Lei Estadual nº 7005, aprovada pela Alerj em 2015, previa o registro de empresas que compram, vendem ou fundem ouro, metais nobres e joias usadas. A norma também exigia documentos do vendedor, comprovação de propriedade e registros detalhados das peças negociadas.

Segundo a reportagem, a lei não foi regulamentada pelo Executivo, e a Secretaria de Segurança Pública confirmou que o cadastro previsto não existe. O Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos informou que as empresas do setor formal devem estar cadastradas no COAF, emitir nota fiscal e garantir a rastreabilidade dos produtos.

Fonte: Diário do Rio

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

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